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Criança é atropelada ao tentar atravessar rua, no Alto Vale

Os Bombeiros Voluntários de Presidente Getúlio atenderam no dia de hoje (09) por volta das 08hrs50 a um atropelamento na Rua Alberto Koglin – Bairro Centro – em Dona Emma.

Pelas informações inicias, tratava-se de um menor que teria cruzado a rua principal sendo atingido por um veículo.

Foi deslocada uma guarnição de resgate que quando chegou ao local, constatou que um masculino menor de 9 anos estaria deitado na via pública referindo dores pelo corpo. Foi avaliado pela equipe de socorristas e encaminhado ao Hospital Maria Auxiliadora em Presidente Getúlio apresentando escoriações pelos membros.

Polícia Militar também esteve no local para as providências cabíveis.

Fonte: Rede Web TV

Homem invade propriedade particular e o motivo surpreende a polícia em Jaraguá do Sul

Uma ocorrência curiosa chamou a atenção da polícia na madrugada de terça-feira (9), em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina.

Era por volta das 5 horas quando a Polícia Militar foi chamada em uma associação recreativa no bairro Vila Lalau.

Segundo os vigilantes do local, eles escutaram barulhos vindos da mata durante a ronda noturna e encontraram um homem de 23 anos que havia pulado cercas e chegado à associação.

O jovem estava levemente agitado e sobre a influência de álcool e, quando perguntando sobre por que estava ali, disse que estava devendo para muitas pessoas e invadiu a associação para poder ser preso, uma tentativa de escapar dos cobradores.

Os planos, porém, não deram certo. O rapaz até recebeu voz de prisão, mas assinou termo circunstanciado e foi liberado do local.

Fonte: ND+

Santa Catarina zera mortes por Covid-19 após um ano e meio

Depois de um ano e meio de mortes praticamente diárias causadas pela doença que se tornou pandemia, Santa Catarina volta a completar 24 horas sem mortes por Covid-19. O último dia em que a marca havia sido alcançada foi em 13 de maio de 2020, ainda no início da pandemia de Covid-19 no Estado, que teve seu primeiro caso registrado em março daquele ano. O número desta terça é referente às 24 horas de segunda-feira.

Os dados publicados são referentes ao dia anterior, ou seja, casos e mortes que aconteçam nesta terça só devem ser incluídos no balanço do dia seguinte, quarta-feira, conforme metodologia da SES, que reúne dados das secretarias municipais.

Cabe lembrar que desde o início da vacinação contra a doença, ainda nos primeiros meses de 2021, o número de mortes vem caindo. Os números são divulgados diariamente pelo governo do Estado e publicados pelo ND+ na área dedicada ao coronavírus.

 Atualmente, segundo os dados do Vacinômetro SC, plataforma que compila os dados de imunização do Estado, 63,19% dos catarinenses já foram completamente imunizados, o que representa 4.583.122 de pessoas com ciclo vacinal finalizado.

Dentre os bons números, Santa Catarina registrou, entre o domingo (7) e a segunda-feira (8), apenas duas mortes pela doença, sendo uma em cada dia.

Queda de mortes pelo Brasil

Além de Santa Catarina, outros Estados vem zerando as mortes pela doença no Brasil. Vale ressaltar que o Estado catarinense entrou num seleto grupo de regiões sem mortes pela doença nas últimas 24 horas.

Na liderança, o Acre chegou ao 14º dia sem registrar mortes. Além do Estado nortista, estão incluídos Minas Gerais, Goiás, Piauí, Amapá, São Paulo, Rondônia, Roraima e Sergipe.

No Brasil, cerca de 279.793.627 doses de vacina já foram aplicadas, entre registradas e ainda não registradas pelo Ministério da Saúde, que aguarda o envio de relatório por parte da Secretarias Estaduais. Deste quantitativo, 156.085.912 são de primeiras doses e 123.707.715 são de duas dose ou dose única.

Fonte: ND+

Entenda as diferenças entre cobra coral verdadeira e falsa

A cobra coral é uma serpente pequena, extremamente venenosa e está entre as espécies mais venenosas do Brasil. Com cores vibrantes, a cobra coral falsa e verdadeira pode ser difícil de diferenciar. Atualmente, existem mais de 37 tipos de corais verdadeiras e 60 espécies de corais falsas no país.

Por isso, todo cuidado é pouco. A seguir, você vai entender as diferenças entre a cobra coral falsa e verdadeira, e conhecer alguns cuidados que devem ser tomados ao ser picado por uma cobra.

Diferença entre cobra coral falsa e verdadeira

É preciso ter muito cuidado e atenção para diferenciar a cobra coral falsa e verdadeira. Existem algumas regras que podem ser úteis nesse momento, como observar a coloração das espécies.

Alguma teorias indicam que a coral verdadeira costuma ter colorações vermelha e amarela, enquanto a falsa tem as cores vermelho e preto. Contudo, é importante lembrar que essa informação não é 100% confiável.

Isso porque, na América Latina, existem corais falsas que se parecem muito com as verdadeiras, apresentando até mesmo as listras vermelhas e amarelas. Já as corais verdadeiras têm algumas exceções importantes, visto que as cores e padrões nem sempre são típicos.

Algumas condições, como o melanismo e o albinismo, podem alterar a coloração do animal, deixando a cobra totalmente negra ou com falta do pigmento preto. Além disso, existem variações entre regiões com diferentes combinações de cores. 

Coral-verdadeira (Micrurus lemniscatus)

Para entender a diferença entre coral falsa e verdadeira, precisamos conhecer melhor cada uma delas. A coral verdadeira apresentam em geral as colorações em tons vermelhos, amarelo, laranja e branco, em anéis ou manchas que podem variar entre castanho-escuro e negro.

Essa espécie possui cabeça oval, coberta por grandes escamas, olhos pequenos e pretos, corpo cilíndrico com escamas lisas, além da cauda curta e roliça. Geralmente são encontradas em locais como Estados Unidos e Argentina, e podem sobreviver em diferentes ambientes, desde desertos, como no Peru, a savanas nas Guianas, e florestas tropicais, como na Bacia Amazônica.

No Brasil, existem 32 espécies de cobra coral verdadeira. Entre elas, está a Micrurus lemniscatus, encontrada em todo o território brasileiro e mais frequente nos estados do Maranhão, Amapá e Pará.

Diferente dos outros tipos de corais, essa espécie apresenta hábitos aquáticos e se alimenta de peixes serpentes menores e lagartos. A cobra coral verdadeira provoca sérios riscos para quem é picado. Seu veneno possui atividade neurotóxica.

Ou seja, o efeito bloqueia o sistema neuromuscular e causa insuficiência respiratória, visão turva, dificuldades para deglutição e vômito. O tratamento para este tipo de ataque deve ser realizado em hospitais e postos de atendimento, considerando a situação grave.

Falsa-coral (Erythrolamprus aesculapii)

A falsa coral é encontrada amplamente no Brasil, sendo a Erythrolamprus aesculapii uma das 52 espécies não peçonhentas com padrões da serpente coral, ou então de coloração vermelha, por isso são denominadas falsas.

Comum em diferentes regiões do país, a falsa coral apresenta hábitos noturnos e terrícolas. Quando jovem, essa espécie se alimenta de pequenos lagartos e, quando adulta, de outras cobras.

Uma das formas de defesa da falsa coral é a capacidade de achatar seu corpo e enrolar a cauda, comportamento realizado pela espécie verdadeira. Por não se tratar de uma cobra peçonhenta, esse tipo não está envolvido em acidentes graves. 

No entanto, ainda oferece certos riscos ao ser humano. Por esse motivo, em casos de ataque pela falsa coral, é importante recorrer ao atendimento médico para receber soro específico e outras medicações, assim como no caso de ataques pela cobra coral verdadeira.

O que fazer ao ser picado por uma cobra

Em acidentes com cobras, é muito importante que a pessoa mantenha a calma. Ao ser picado, o indivíduo deve lavar bem o local da ferida com água e sabão, deixar o ferimento elevado, manter repouso e ingerir bastante líquido para se manter hidratado.

Além disso, é preciso buscar rapidamente o atendimento médico em um hospital de referência para atendimento por acidentes ofídicos. Devemos sempre lembrar que, o tempo é crucial para garantir o êxito do tratamento, principalmente no caso das cobras peçonhentas.

Não é preciso se arriscar tentando capturar o animal que causou a ferida, afinal, o médico treinado poderá prescrever o soro antiofídico (responsável por anular os efeitos do veneno) pelos sintomas apresentados.

Não corte nem perfure o local da picada da cobra. Além disso, não amarre o local nem realize garrotes ou torniquetes. Muitas vezes estas medidas podem agravar a situação.

Ainda que seja muito importante diferenciar a coral verdadeira da falsa coral para evitar acidentes com estes animais, é preciso adotar também certos cuidados básicos no dia a dia. Entre eles, os principais são:

  • Usar sapatos ou botas de cano alto, assim como perneiras, quando estiver realizando trilhas ou caminhando em campos;
  • Evitar o uso de chinelos ou caminhar descalço em áreas de mato ou grama;
  • Observar o terreno ao seu redor antes de se abaixar ou sentar;
  • Nunca colocar a mão em buracos, embaixo de pedras ou dentro de troncos;
  • Não se agachar ou sentar em troncos caídos, arbustos, pilhas de madeiras, materiais de construção, ou outros sem antes conferir o local;
  • Observe o local antes de entrar em rios, lagos ou cachoeiras;
  • Verifique sapatos, botas, camas ou outros utensílios que possam ser possíveis esconderijos para as cobras venenosas;
  • Mantenha limpas as áreas próximas de sua casa, retirando troncos, entulhos e outros materiais que possam atrair cobras e ratos, seu principal alimentos;
  • Nunca pegue uma cobra nas mãos, mesmo que ela esteja morta. Afinal, as glândulas responsáveis por expelir o veneno permanecem ativas por algum tempo.

Agora que você conheceu melhor as diferenças entre a coral falsa e verdadeira, lembre-se que ambas espécies podem apresentar risco. Portanto, ao se deparar com uma delas, não tente identificar quais são, apenas mantenha o máximo de distância possível. Em caso de ataques, siga os cuidados acima e evite acidentes que possam resultar em graves problemas para sua saúde.

Fonte: Hora Santa Catarina/NSC

Mãe de quadrigêmeas morta após parto em SC sonhava com as filhas: "Quatro amorinhas"

A mulher de 37 anos que morreu ao dar à luz quadrigêmeos, em Criciúma tinha passado por tratamento para engravidar. Rosineia Tomaz Garcia foi sepultada nesta terça-feira (9), em Turvo, também no Sul de Santa Catarina. As quatro bebês seguem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Rosineia trabalhava há sete anos como auxiliar de serviços gerais na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Morro da Fumaça. Segundo a instituição, ela foi afastada do serviço após descobrir a gravidez. Isso aconteceu pelo risco durante a pandemia do coronavírus.

Grávida de sete meses, ela chegou a compartilhar nas redes sociais mensagens celebrando a proximidade do parto das filhas. “Logo logo minhas 4 amorinhas estão chegando; cada dia um milagre; elas estão surpreendendo a todos”, escreveu no dia 4 de novembro.

Ela estava internada em um hospital de Criciúma e morreu na madrugada de segunda-feira (8). A auxiliar de serviços gerais tinha outras duas filhas de 20 e 12 anos e era casada.

“Deixou quatro diamantes”

Ao G1 SC, a irmã de Rosineia, Valdineia Tomaz, informou que a família está abalada e que os bebês estão bem.

— Nossa guerreira lutou até o final e deixou quatro diamantes. Temos que ser fortes para seguir o legado que ela deixou — disse.

Em uma rede social, uma amiga também lamentou. “Eu queria acordar desse pesadelo e ver que é mentira! Dói demais saber que nunca mais vou ouvir sua voz”, lamentou Fernanda Antunes Costa.

Além do velório na noite de segunda, uma cerimônia foi feita nesta segunda em homenagem a Rosineia.

Fonte: NSC

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