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HIV: OMS faz recomendações de testagem para ampliar tratamento

GERAL - A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez novas recomendações para tentar alcançar as 8,1 milhões de pessoas que vivem com vírus da imunodeficiência humana (HIV), mas ainda não foram diagnosticadas e, portanto, não têm acesso ao tratamento. As diretrizes foram divulgadas pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids, lembrado hoje (1º), e tem o objetivo de ajudar os serviços de saúde a se adaptarem à natureza mutável da epidemia de HIV.

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Caso suspeito de sarampo motiva Vigilância Epidemiológica de Indaial a convocar público-alvo

INDAIAL - A Vigilância Epidemiológica de Indaial convoca o público que esteve na área comercial do Centro de Distribuição do Top – bairro Mulde, Restaurante Brasileiríssimo e Padaria Pão e Mel, de 21 a 27 de novembro, a comparecer na unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal do sarampo.

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Fortes ventos e chuva deixam várias casas destelhadas em Indaial e Timbó.

Neste domingo,o bairro Tapajós em Indaial foi acometido por fortes ventos, inúmeras casas foram destelhadas, árvores derrubadas, estruturas e muros.

O Corpo de Bombeiros trabalhou algo em torno de 3 horas, com 4 equipes em conjunto com a defesa Civil de Indaial que através do coordenador Guilherme e do secretário Jonas acionaram recursos da prefeitura.

Com exceção da energia elétrica os acessos as ruas que tinham sido interrompidas foram liberadas, equipes da Celesc também foram mobilizadas.

Moradores relataram que um forte vento em forma de redemoinho teria causado o evento, o corpo de bombeiros também atendeu no local um senhor que caiu do telhado em quanto tentava repor as telhas.

As adversidades das condições climáticas também atingiram a Rua Blumenau no bairro dos Estados em Timbó.

Jornalismo Nova FM.

Acidente com voo da Chapecoense completa 3 anos com homenagens em Chapecó.

Arena Condá está aberta para visitação e haverá caminhadas na cidade no Oeste de SC. Chapecoense ainda responde a 28 ações judiciais relacionadas ao acidente que resultou na morte de 71 pessoas na Colômbia em 2016.

Há três anos, um acidente aéreo comovia toda a torcida de um time do Oeste catarinense, sentimento que se espalhou ao redor do mundo. Em 29 de novembro de 2016, o voo da empresa LaMia que levava jogadores e funcionários da Chapecoense, além de jornalistas, convidados e da própria tripulação do avião, caiu em Medellín, na Colômbia. Sobreviveram seis pessoas. Outras 71 morreram no acidente.

Em Chapecó, cidade de origem do time, haverá homenagens às vítimas na noite desta sexta-feira (29). Durante todo o dia, o estádio Arena Condá está aberto para visitação do público.

A primeira ação será às 19h no Átrio Davi Barella Dávi, anexo ao estádio, e que foi criado em homenagem às vítimas da tragédia. Lá, os familiares delas irão plantar lírios da paz. O ato será aberto ao público.

Depois, acontecerá uma caminhada, com torcedores e familiares, em direção à escadaria da Catedral Santo Antônio, onde ocorrerá uma reflexão coletiva com a participação de líderes religiosos. Além disso, as luzes natalinas da cidade serão ligadas em forma de homenagem.

Essas outras duas ações ocorrem logo após a plantação dos lírios. Às 19h30, haverá o encontro da torcida e início da caminhada. Para as 20h, está marcado o ato religioso na escadaria da catedral.

Ações judiciais
Responsável por alugar a aeronave da empresa LaMia, a Chapecoense ainda responde a 28 ações judiciais, entre trabalhistas e cíveis. Até o momento, foram 45 acordos realizados.

Desde a tragédia, o clube foi acionado 56 vezes na Justiça. Destas ações, 38 foram trabalhistas, ou seja, de familiares de jogadores e outras pessoas que trabalhavam para a Chapecoense ou eram prestadores de serviço. As outras 18 foram cíveis, propostas por parentes de vítimas que não possuíam contrato de trabalho com a equipe, como diretores, jornalistas e convidados.

Disposta a entrar em acordo com os familiares, a Chapecoense já realizou 17 pactos extrajudiciais, em pedidos que não foram para a Justiça. Dos que se tornaram ações, 28 também acabaram em acordo.

Até esta sexta, o clube respondia a 10 ações trabalhistas e a 18 ações cíveis, onde ainda não houve acordos.

O prazo para o ingresso de ações trabalhistas se encerrou no aniversário de dois anos da tragédia, em 2018. A exceção é para funcionários e atletas com filhos menores de 18 anos, que só poderão mover processo quando completarem a maioridade. As cíveis possuem um maior prazo para serem impetradas.

Jornalismo Nova FM.

Árvore gigante rara de 535 anos foi derrubada em Santa Catarina para virar cerca.

Imbuia era alta como um prédio de dez andares, larga a ponto de só poder ser abraçada por seis pessoas juntas e mais antiga que a chegada do navegador Pedro Álvares Cabral ao Brasil.

Era alta como um prédio de dez andares, larga a ponto de só poder ser abraçada por seis pessoas juntas e mais antiga que a chegada do navegador Pedro Álvares Cabral ao Brasil.

Essa gigante imbuia, árvore símbolo de Santa Catarina, foi derrubada para virar cerca, segundo o cenário encontrado por policiais militares ambientais.

O crime ambiental foi cometido em um terreno na via Linha Coração, em Vargem Bonita (SC), em fevereiro de 2018, mas só agora uma análise ainda inédita apontou a idade da imbuia gigante: ao menos 535 anos.

"É um problema cultural do nosso país, onde as pessoas não sabem o valor de uma árvore. Aquelas que caem por ação da natureza deveriam ser exploradas de forma mais nobre, virar peça de museu. Mas fazer uma derrubada de uma árvore rara saudável para fazer palanque de cerca é duplamente criminoso", afirmou o professor Marcelo Scipioni, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especialista em árvores gigantes.

A idade foi estimada por Scipioni e outros dois pesquisadores a partir da análise dos anéis de crescimento das árvores, que servem de base para a datação por meio da ciência chamada dendrocronologia.

Como a umidade e outras variações climáticas interferem no tamanho desses anéis de um modo distinto ao longo do tempo, pesquisadores agora buscam outras imbuias antigas para uma análise de construção climática dos últimos séculos que permita determinar com mais exatidão a idade da árvore.

Essa árvore, de nome científico Ocotea porosa, pode ser encontrada em florestas de araucária no Paraná, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A espécie tem madeira de cor que varia do pardo-claro-amarelado ao pardo-acastanhado, folhas de até 10 cm, casca grossa, tronco tortuoso e copa arredondada.

E, por causa da exploração desenfreada, entrou para a lista de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção.

Ou seja, são proibidos "coleta, corte, transporte, armazenamento, manejo, beneficiamento e comercialização" da imbuia, à exceção dos "exemplares cultivados em plantios devidamente licenciados".

O policial militar ambiental Teylor Comunello, que dá nome a uma espécie de flor que descobriu em sua pesquisa sobre orquídeas, relata ter sentido tristeza ao ver árvores raras no chão — foram derrubadas uma imbuia e 16 araucárias.

"Nunca tinha visto uma árvore assim, desse tamanho, cortada desse jeito. É bem triste porque, além de ser uma espécie ameaçada de extinção, é centenária e rara. Um desperdício", afirmou à reportagem. Ele participou do trabalho de remoção da árvore, que agora está exposta na sede da Polícia Ambiental para fins educativos.

O uso em cercas ocorre porque a madeira é bastante resistente a intempéries, e pode resistir no solo por nove anos, em média.

Comunello estima que no mercado ilegal o valor dessa imbuia poderia girar em torno de R$ 4 mil, caso fosse transformada em estaca de cerca, ou passar de R$ 20 mil se fosse vendida à indústria madeireira.

A madeira dessa árvore é moderadamente densa e pode ser usada no manejo autorizado como viga, porta e móveis finos de alta qualidade.

A madeira dessa árvore é moderadamente densa e pode ser usada no manejo autorizado como viga, porta e móveis finos de alta qualidade.

O valor de mercado poderia superar, portanto, a multa de R$ 12.750 aplicada ao proprietário do imóvel, em razão da derrubada desta árvore junto de outros 16 exemplares da também ameaçada araucária (Araucaria angustifolia, ou pinheiro-brasileiro).

Os agentes chegaram ao local do desmate ilegal após uma denúncia, mas não encontraram pessoas ou equipamentos ali. Nenhum suspeito foi identificado desde então.

Segundo a Polícia Ambiental de SC, a derrubada de árvores teria sido feita à revelia dos donos do terreno, mas estes acabaram multados por serem, em última instância, os responsáveis pela área. A recuperação ambiental do local começou em maio deste ano.

Fonte/G1 SC

Jornalismo Nova FM

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