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Preso em blitz, traficante descobre que pagou por tijolo em vez de maconha

“Não se pode confiar em mais ninguém hoje em dia”. Um traficante ficou indignado ao ser preso pela Polícia Rodoviária Federal em Naviraí, cidade no interior do Mato Grosso do Sul. Mas não foi o flagrante que o deixou chateado. Ao ter o carro revistado pelos policiais, ele viu que havia sim, tabletes de maconha e skunk.

No entanto, o peso maior se devia a tijolos, que foram misturados com a carga em questão. Tudo para enganar na hora da pesagem.

Tudo começou quando a polícia deu ordem para o motorista de um Fiat Siena parar, durante abordagem rotineira na estrada. Os policiais perceberam que o motorista estava nervoso e mandaram que ele saísse do carro. Na revista, estava lá toda a carga com algumas drogas e muitos, mas muitos tijolos.

“Fui enganado. Colocaram blocos para aumentar o peso do material”, disse o motorista, cujo nome não foi divulgado. A droga, comprada por ele, seria entregue em Porto Alegre, na capital gaúcha. Ele comprou a droga em Capitán Bado, no Paraguai.

O mais curioso foi que, de repente, o traficante se deu conta de que os policiais salvaram sua vida. Isso porque os receptadores certamente não o perdoariam, caso chegasse ao destino com tijolos, em vez das drogas. É o primeiro caso de um traficante preso, mas feliz.

Fonte: ND+

Campanha busca apoio para família de crianças com doença ultra rara em Araquari

Na sala, uma cama improvisada, feita de pallets, é o abrigo de Ammy, de 12 anos, e Andrew, de 9. Os dois irmãos têm um distúrbio ultra raro, o distúrbio progressivo do neurodesenvolvimento por mutação do gene e, agora, a família vive mais um drama: a casa em que moram, em Araquari, é emprestada e o dono deu um prazo para a mudança.

“O dono já colocou à venda e a gente precisa sair até dezembro”, conta Elaine dos Santos, mãe de Ammy e Andrew. A família tem dificuldades financeiras e, por ano, o gasto médio é de R$ 25 mil em medicamentos para manter o tratamento das crianças. Alguns dos remédios são importados e Ammy e Andrew precisam da medicação para minimizar os impactos do distúrbio, que causa convulsões, atraso no desenvolvimento e deficiência cognitiva.

O pai, Clóvis Paulo dos Santos, faz serviços gerais para manter a casa. A mãe dedica todo o tempo aos filhos e, agora, a família terá mais uma integrante: a avó das crianças e mãe de Elaine, que é portadora de deficiência na fala e na audição.

A família comprou um terreno, que ainda está pagando, e é lá que voluntários querem fazer se materializar o sonho da casa própria. O policial militar aposentado e voluntário Paulo Ramos visitou o terreno com o presidente da Aroj (Associação de Rádio Operadores de Joinville), Hamilton Vieira.

“É uma missão, são 30 anos de social e é a primeira vez que me deparo com uma situação de tanta gravidade. Se Deus quiser e vocês colaborarem, em dezembro queremos entregar essa casa para essa família”, diz. “Queremos pedir para o pessoal que se sensibilidade, disponha de verba, material, doar, porque isso é importante, nos somos uma ponte”, complementa Hamilton.

A família precisa de ajuda, uma família que luta diariamente para dar as melhores condições possíveis para os filhos. Por isso, a campanha é para que todos tenham um lar. Por isso, a campanha é para que as pessoas possam realizar doações via PIX, que caem diretamente e integralmente na conta do pai de Ammy e Andrew ou, ainda, para doação de materiais de construção, como cimento, telhas e tijolos.

“A única coisa que eu quero é que eles tenham um lugar decente, que eles consigam viver um pouquinho melhor”, finaliza a mãe. Doações podem ser feitas pelo PIX (conta poupança da Caixa Econômica Federal): 07057992980 – Clóvis Paulo dos Santos.

Fonte: ND+

Foragido de Blumenau se joga no rio para evitar prisão, mas plano termina mal

Um foragido da Justiça até tentou, mas não conseguiu evitar ser preso em Blumenau na noite desta terça-feira (5). Ele chegou a se jogar em um ribeirão para evitar a detenção ao notar os policiais militares, que tiveram paciência, esperaram ele sair da água e o levaram ao presídio.

Pouco antes das 21h, enquanto uma equipe da PM fazia rondas pela Rua Franz Muller, no bairro Velha Central, o homem de 27 anos foi visto. Os agentes já o conheciam de outras ocorrências registradas e sabiam que ele estava com um mandado de prisão ativo por tráfico de drogas.

Ao ver os policiais, o jovem se jogou no ribeirão que corta o bairro para fugir. As autoridades então esperaram até o momento que ele voltou para a rua, achando que havia despistado a guarnição. Ele foi preso e levado ao Presídio Regional de Blumenau.

Fonte: NSC

No caso da venda de carne de cavalo, mais um é preso no Sul de SC

Desencadeada em meados de setembro pela Polícia Civil, a Operação Hefesto, que apura receptação e abate de cavalos e mulas para a venda de carnes ao consumo humano, efetuou mais uma prisão.
 
Ao alcançar sua segunda fase, a operação chegou ao último envolvido, que ainda estava sendo procurado. Ele foi preso no amanhecer desta quarta-feira (6) na localidade de Ilhas, interior de Araranguá. Trata-se do sétimo preso, e o mandado foi cumprido pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá.

- Quando o inquérito foi concluído, havia nove indiciados na primeira fase - lembra o delegado Ulisses Gabriel. - Além do inquérito inicial, que começou pelo auto de prisões em flagrante, foram instaurados mais dois inquéritos, um que apura o crime de usura pecuniária, outro por lavagem de dinheiro - explica.

O inquérito inicial apura crimes de receptação, furto de gado, compra e venda de armas e munições, além de organização criminosa. - Concluído o inquérito e feitos os indiciamentos, o Ministério Público ofereceu denúncia no inquérito que apurou crimes contra o consumidor, como venda de produto impróprio para o consumo, organização criminosa e crime contra o meio ambiente - aponta. 

A Operação Hefesto alcançou sete mandados de prisão cumpridos. - Atuam nas duas fases da operação policiais de Urussanga, Cocal do Sul, Morro da Fumaça e o apoio do MPSC - completa o delegado.

Na primeira fase, a Polícia Civil encontrou instalações precárias onde ocorriam a receptação das carnes de cavalo e mula, posteriormente moídas para a venda ao consumo humano. As buscas, na ocasião, ocorreram nas dependências do CTG Herança do Velho Pai, no Bairro Frasson, em Morro da Fumaça. Posse e venda de armas, venda de produto veterinário falsificado e organização criminosa também constaram da fase inicial da operação.

Ainda nessa primeira fase, foram apreendidos 520 quilos de carne além de drogas, armas, munições, cheques e dinheiro.

Fonte: NSC

“Foi só um susto” diz árbitro agredido por jogador em partida de futebol

Após passar uma noite hospitalizado, o árbitro Rodrigo Crivellaro recebeu alta do hospital na manhã desta terça-feira. Ele deixou o hospital de cadeira de rodas e com um colar cervical.

“Estou bem, tudo certo. Graças a Deus, não foi nada grave. Vou ficar bem logo, logo. Obrigadão pela mensagem de todo mundo aí. Agradecer minha família, meus amigos, todo mundo. É muito bom ter as mensagens nessa hora. Foi só um susto. Não foi nada demais”, afirmou Crivellaro.

O juiz foi agredido por William Ribeiro, jogador do Sport São Paulo durante a partida entre Guarani, de Venâncio Aires, e Sport São Paulo, de Rio Grande, no Estádio Edmundo Feix em RS. Crivellaro desmaiou e precisou ser levado às pressas para o hospital.

Com antecedentes criminais por lesão corporal, ameaça e provocação de tumulto, o jogador continua detido na Penitenciária de Venâncio Aires e teve o contrato com o clube anulado.

Fonte: Oeste MAIS

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