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Governador sanciona Lei que torna Município de Rodeio a capital catarinense dos Trentinos.

O Governador Carlos Moisés sancionou a lei que reconhece Rodeio como a capital Catarinense dos Trentinos. Protocolado pelo deputado Ivan Naatz (PL), o projeto de lei 17.794, foi aprovado em plenário na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no dia 06 de novembro de 2019 e sancionado pelo Governador Carlos Moises da Silva (PSL) no dia 19 de Novembro de 2019.

Conhecida como o “Vale dos Trentinos”, Rodeio agora é reconhecida como “A Capital Catarinense dos Trentinos”, uma merecida homenagem aos desbravadores da nossa cidade.

m pouco da História de Rodeio

Rodeio foi fundado por imigrantes italianos vindos do Tirol Trentino, Norte da Itália, no ano de 1875, época em que o Tirol Meridional ainda pertencia ao Império Austro-Húngaro. Inicialmente vieram 114 famílias distribuídas em 3 turmas: a primeira, composta de 20 famílias, partiu em maio de 1875, aportando aqui no dia 15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora. A segunda turma, composta de 34 famílias, chegou no dia 15 de setembro, dia da Nossa Senhora das Dores. A terceira, com 60 famílias, partiu em 28 de agosto e chegou em 28 de outubro.

Os grupos partiram de Trento em viagem de trem. Depois seguiam por via marítima em navios até aportar no Rio de Janeiro. Em seguida aportavam em Itajaí para serem conduzidos até Blumenau, em carroças. De Blumenau eram conduzidos a pé, até Timbó, a fim de escolherem seus lotes de terra em meio à floresta virgem.

As primeiras famílias vieram de Trento, Rovereto, Pèrgine, Fornace, Civezzano, Lèvico e Vìgolo Vattaro.

Fonte | Foto: Prefeitura de Rodeio

Jornalismo Nova FM

Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, nesta terça-feira, regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis. A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

A discussão sobre o tema começou em 2014 na Agência, mas só chegou ao plenário da Diretoria Colegiada neste ano. O debate foi concluído após interrupção temporária depois que dois conselheiros, Fernando Mendes e Antonio Barra, pediram vista.

Durante os três anos durante os quais a regra estará valendo, os compostos feitos com cannabis serão enquadrados em uma classificação especial chamada “produtos à base de cannabis”, sujeitos à regulação da Anvisa. Segundo a Agência, eles ainda não podem ser definidos como “medicamentos”, porque não há comprovações científicas suficientes sobre a eficácia e a segurança desses produtos.

Relator das propostas, o diretor presidente da Anvisa, William Dib, já havia votado a favor da regulamentação desses temas.

O diretor Fernando Mendes propôs um texto substitutivo para a medida de regulamentação de medicamentos.

Mendes argumentou que os medicamentos à base de cannabis atendam aos critérios exigidos para os demais medicamentos, e não tenham um processo de autorização facilitado, no que diz respeito a evidências científicas e estudos clínicos, apenas para atender ao clamor da sociedade pela regulamentação do tema.

Pela proposta, as empresas devem continuar a realização de pesquisas científicas para comprovar a eficácia e segurança dos produtos à base da planta.

THC abaixo de 0,2%
De acordo com a proposta aprovada pela Anvisa, os medicamentos produzidos à base da planta devem ter percentual abaixo de 0,2% de THC. Esses medicamentos só poderão ser comprados com receita médica.

No caso de produtos com percentual de THC acima de 0,2%, a prescrição é autorizada somente a pacientes terminais “que tenham esgotado as alternativas terapêuticas”.

As empresas produtoras devem apresentar plano de gerenciamento de risco e estudos clínicos sobre o produto com apresentação de resultados positivos. A norma impede a produção de cosméticos, alimentos e cigarros do rol de produtos permitidos.

— A atuação da Anvisa na garantia do acesso da população a medicamentos de qualidade, eficazes e seguras, passa por analise técnica, a partir da realização de pesquisa clínicas e análise da segurança e eficácia (do medicamento)- afirmou Mendes.

Os produtos só poderão ser comercializados em farmácias, com exceção das de manipulação, e deverão ser vendidos por um farmacêutico.

Além disso, os estabelecimentos devem estar registrados no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

A proposta prevê que a Anvisa implementará um programa especial de monitoramento desses produtos. Caso ocorra algum incidente relacionado ao medicamento, a empresa produtora do remédio deve informar a Anvisa em até 72 horas.

A questão mais polêmica da discussão, o plantio da droga por empresas, segue para a votação.

De acordo com a proposta inicial, as empresas terão antecedentes criminais checados e deverão oferecer uma estrutura robusta de segurança. Em locais de armazenamento e cultivo da planta é necessário uso de biometria, portas de segurança com acesso eletrônico, intertravamento de portas. Essas edificações devem ser de alvenaria. (Informações O Globo)

Jornalismo Nova FM.

Princípio de incêndio atinge apartamento no bairro Velha em Blumenau

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Motociclista preso durante abordagem na Jorge Lacerda

GASPAR – Um homem que estava numa Yamaha foi interceptado no km 17,500 da SC -412 a Rodovia Jorge Lacerda no bairro Poçinho em Gaspar pela Polícia Militar Rodoviária Estadual, na verificação foi confirmado que o motociclista estava com mandado de prisão ativa.

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