Julio Garcia e o vai e vem da prisão domiciliar.

Com base na Constituição Estadual, deputados de Santa Catarina votam para suspenção da prisão e a manutenção no cargo do então presidente da ALESC Júlio Garcia. A lei estadual diz que qualquer sanção às prerrogativas parlamentares precisam de confirmação em plenário. Em seu parecer, o relator do caso na CCJ, deputado Kennedy Nunes (PSD), disse que o afastamento era uma "condenação antecipada de um parlamentar”. O parecer foi para o plenário. Com 30 votos favoráveis, três contrários e duas abstenções, Júlio teve a prisão preventiva revogada e a manutenção do cargo no legislativo estadual. Ontem mesmo uma nova prisão preventiva, também em caráter domiciliar foi encaminhada, os deputados podem votar novamente o tema em plenário. Contudo, isso depende do encaminhamento da Procuradoria da Alesc, que deve se manifestar sobre o tema após a notificação judicial da prisão. Uma nova votação depende desse trâmite. O novo mandado de prisão contra Júlio Garcia foi cumprido pela Polícia Federal (PF) ainda nesta quinta. A defesa de Garcia diz entender o assunto como encerrado. Para o advogado Cesar Abreu, a decisão proferida pelos deputados nesta quinta deve servir como base para revogar também o novo mandado de prisão.

 

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