Reportagens - Rádio Nova FM

Técnico da Chapecoense volta satisfeito da Argentina


Mancini disse estar chateado pelo gol no final mas confiante na reação

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Chateado mas satisfeito. Esse foi o sentimento passado pelo técnico da Chapecoense, Vagner Mancini, após a derrota por 1 a 0 para o Defensa y Justicia, na noite desta quarta-feira, na Argentina.

Principalmente pelo poder de marcação demonstrado fora de casa, o que não vinha acontecendo nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, onde a Chapecoense está com uma das piores defesas.

- A Chapecoense voltou a ser a Chape do início do ano, a gente sai chateado com a derrota pois fez um bom jogo mas sai sabendo que pode reverter o resultado. Saio satisfeito pois nosso sistema defensivo foi muito testado e se saiu muito bem - declarou Mancini.

Com uma dupla de zaga nova, Grolli e Fabrício Bruno, um novo volante, Lucas Marques e mantendo também o jovem Lucar Mineiro, o Verdão mostrou bom poder de marcação.

Só que a expulsão de Andrei Girotto, aos sete minutos do segundo tempo, acabou complicando a situação do time, que teve que abdicar de atacar.

Vagner Mancini só lamentou que a arbitragem não expulsou Miranda no primeiro tempo, que fez falta numa arrancada de Apodi, que estava indo em direção ao gol. O jogador do Defensa y Justicia era o último homem e levou apenas o amarelo.

Apesar de mais um derrota, a sexta em sete jogos, ele espera que o desempenho do time seja um indício de reação. De Buenos Aires o time voltou para Chapecó nesta madrugada, em voo fretado.

Na próxima segunda-feira enfrenta o Fluminense, no Rio de Janeiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.



Fonte: Jornal de Santa Catarina

Secretaria de Saúde define novo modelo de contrato para convênio com ARCD em Joinville


Agora, falta finalização na Secretaria de Administração para projeto de lei ir à Câmara

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A Secretaria de Saúde já definiu o modelo de contrato para manter o convênio com a Associação de Reabilitação da Criança Deficiente (ARCD). A minuta já foi concluída e agora está em processo de finalização na Secretaria de Administração e Planejamento para ser encaminhada um projeto de lei para tramitação na Câmara de Vereadores de Joinville. A nova formatação prevê um repasse mensal pela tabela do SUS, de acordo com a produtividade da unidade.

O atual contrato prevê o repasse de R$ 180 mil por mês. Com o novo modelo, o valor pode variar de acordo com a produção da equipe. Segundo a secretária de Saúde, Francieli Schultz, serão levados em consideração os procedimentos realizados para fazer o cálculo do repasse.

— Essa é uma mudança recomendada pelo Conselho (Municipal de Saúde). Então, o parâmetro e o valor foram mantidos, mas foi convertido em produção. Se eles produzirem os R$ 180 mil, recebem esse valor. Se produzirem menos, recebem menos. Se a produção for maior, também recebem mais — explica.

A Prefeitura agora corre contra o tempo para finalizar o contrato e enviar ao Legislativo, já que o documento atual vence em julho. De acordo com a secretária, o município nem cogita a possibilidade de prorrogar o convênio porque a intenção é concluir e assinar o novo antes de haver a necessidade de prorrogação.

As mudanças no atendimento aos pacientes com deficiência física começaram a partir de uma recomendação do Tribunal de Contas para que o município realizasse o repasse mensal para a ARCD por meio da Secretaria de Saúde – até então, o valor saía da Secretaria da Fazenda. A alteração precisaria passar pelo Conselho Municipal de Saúde, que emitiu resolução reprovando o contrato e afirmando que o processo precisava obedecer ¿ao arcabouço jurídico-legal do Sistema Único de Saúde¿.

Técnicos da Prefeitura elaboraram um estudo mostrando que os repasses atendendo à tabela do SUS seriam de apenas R$ 40 mil. Como a entidade não tem outras fontes de recurso, o valor seria muito baixo para continuar mantendo as atividades. Por isso, a saída encontrada pelo município foi a Secretaria de Saúde absorver todos os serviços oferecidos pelo ARCD, criando um centro especializado em reabilitação (CER), que reuniria os pacientes atendidos pela associação e aqueles que eram atendidos no Núcleo de Assistência Integral ao Paciente Especial (Naipe).

No entanto, após reuniões e discussões mediadas pela Câmara de Vereadores, o conselho e a Prefeitura chegaram a um entendimento em fevereiro, abrindo a possibilidade de o município realizar o repasse pelo Fundo Municipal de Saúde. Com isso, a secretaria teve que elaborar um novo modelo de contrato para tentar manter o convênio com a entidade privada.

Famílias aguardam a retomada dos atendimentos

Quando houve o anúncio de que haveria as mudanças e os pacientes da ARCD precisariam ser atendidos pelo município, a diretoria da instituição começou a demitir profissionais. Foram desligados 13 funcionários, o que acabou comprometendo o atendimento. A entidade perdeu os dois fonoaudiólogos, uma enfermeira e uma assistente social, além de fisioterapeutas. Diante da reviravolta e manutenção do convênio com a Prefeitura, os familiares dos pacientes aguardam a retomada de algumas atividades que foram suspensas pela falta de profissionais.

Uma das famílias atingidas foi a de Cristiane Bianchi, que acompanha o filho João, de dez anos, uma vez por semana, para realizar fisioterapia aquática. Antes das mudanças, o garoto fazia cinco sessões de fisioterapia solo, que hoje precisa fazer em clínica particular porque não há profissionais na instituição. Ela gasta R$ 280 por semana no tratamento do menino. Ele também passou por avaliação e agora aguarda a contratação de terapeuta ocupacional.

— O atendimento está voltando aos poucos, mas desde que foram dispensados os profissionais capacitados pela ARCD, é claro que a qualidade do serviço não é a mesma. Mas os que ficaram estão procurando manter o serviço ao máximo — conta a mãe.

Segundo o diretor da associação, Marcos Martinez, o atendimento ainda está meio devagar porque apenas três novas profissionais foram contratadas: duas fisioterapeutas e uma terapeuta ocupacional. Ele afirma que está aguardando o convênio por causa das definições dos procedimentos.

— Dependemos do convênio para ter essa visão e nos programar e voltarmos a uma certa normalidade. Há procedimentos que o SUS avalia de forma diferente, e é a isso que a instituição terá que se adequar. Os primeiros meses são mais complicados, mas depois se ajusta — explica.

É possível que sejam contratados profissionais para fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, enfermaria e assistência social. Atualmente, são 20 profissionais, incluindo o setor administrativo, além de fisiatra, cardiologista, pedagoga e fisioterapeutas.


Fonte: Jornal de Santa Catarina

Enquanto PMDB-SC briga, PSD de Merisio costura projeto de 2018


Sócios no governo de Raimundo Colombo (PSD), PMDB e PSD são os dois maiores partidos do Estado e têm projetos próprios de poder. Levados adiante de forma completamente diferente.

Embora a crise política nacional faça 2018 parecer uma miragem, é interessante observar como as principais forças partidárias catarinenses se movimentam para a sucessão do governador Raimundo Colombo (PSD). Sócios do atual governo, PMDB e PSD são os dois maiores partidos do Estado e têm projetos próprios de poder. Levados adiante de forma completamente diferente.

Nas últimas semanas, os peemedebistas voltaram ao velho padrão de troca de farpas e insinuações entre suas principais lideranças, expondo as divisões internas da sigla. A bancada estadual do partido precisou entrar em ação para conter o bate-e-rebate entre o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o senador Dário Berger — que já apresentava o alto nível de uma discussão de rede social. O deputado federal Mauro Mariani preservou-se, enquanto o prefeito joinvilense Udo Döhler pregou calma. A citação aos quatro nomes mostra o tamanho do desafio do partido, com sede para voltar ao comando do Estado e dividido entre diversos postulantes ao cargo de governador.

Quem olha com certo sorriso para as lutas intestinas do PMDB catarinense é o PSD e seu até agora único pré-candidato ao governo: o deputado estadual Gelson Merisio. Nos últimos meses, especialmente após as delações da Odebrecht que envolveram Colombo e nomes de peso do partido, o parlamentar saiu um pouco dos holofotes e deixou de lado as costumeiras provocações aos peemedebistas

Fora do inquérito que investigará as supostas doações em caixa dois da empreiteira para campanhas do governador, Merisio prepara-se para voltar ao palco. Tem mantido forte agenda interna com lideranças de todo o Estado e reforçado as costuras com os partidos que pretende ter em sua coligação em 2018. Quer reforçar o atrelamento do PP ao projeto, que já contabiliza o PSB de Paulo Bornhausen e pelo menos outras quatro pequenas siglas. Ainda nos bastidores, criou pontes no PSDB — especialmente os prefeitos Napoleão Bernardes, de Blumenau, e Clésio Salvaro, de Criciúma. A leitura é de que o PSDB deve ter o senador Paulo Bauer candidato ao governo, mas que existe margem para costurar um acordo.

Quem vê Merisio no plenário da Assembleia Legislativa, percebe a construção de seu discurso de candidato. Não perde uma chance de falar sobre austeridade, ajuste fiscal e controle orçamentário. Defende o governo Colombo, mas não se atrela. Discursou e votou contra a emenda constitucional que criou uma cota de R$ 5 milhões no orçamento para os próprios deputados estaduais definirem obras e gastos.

Enquanto os peemedebistas brigam entre si e Paulo Bauer posa para fotos ao lado do insepulto presidente Michel Temer (PMDB), o pessedista monta um projeto. O desafio é enorme: a última vez que um deputado estadual foi eleito governador do Estado, sem escalas em cargos maiores, foi Ivo Silveira na distante eleição de 1965. Curiosamente, também era do PSD. Um PSD diferente, mas muito parecido.


Fonte: Jornal de Santa Catarina

Quinta-feira será de tempo seco e sol em Santa Catarina


Termômetros ficam entre 22ºC e 28ºC à tarde

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A quinta-feira será outro dia de tempo seco e sem chance de chuva em Santa Catarina. De acordo com a central de meteorologia da RBS, o bloqueio atmosférico permanece fazendo com que as temperaturas no Estado fiquem entre 22ºC e 28ºC à tarde. Durante as primeiras horas do dia, no entanto, os termômetros ainda são baixos. Em Bom Jardim da Serra, às 5h30min, a miníma atingiu -0,6°C.

Além das temperaturas amenas no amanhecer, a formação de nevoeiros também será vista em diversas cidades do Estado. Com a chegada do sol, as nuvens se dissipam e as máximas chegam aos 26ºC Oeste, 22ºC na Serra, 27ºC na Grande Florianópolis e 28ºC no Sul.

Amanhã, sexta-feira, as temperaturas diminuem e há previsão de chuva no Estado. O dia também terá muitas nuvens e poucas aberturas de sol, principalmente nas cidades próximas do Rio Grande do Sul. As máximas não devem passar dos 24ºC.


Fonte: Jornal de Santa Catarina

Quarta-feira registra tempo seco e temperaturas de até 28ºC em SC


Ar seco que predomina no Estado desde o início da semana faz com que as temperaturas fiquem altas hoje

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A quarta-feira será outro dia de temperaturas altas em Santa Catarina. A expectativa é de que o ar seco que predomina no Estado desde o início da semana faça com que as temperaturas fiquem entre 26ºC e 28ºC hoje. Apesar disso, a nebulosidade aumenta e a maior parte das cidades terá sol entre nuvens ao longo do dia.

No Sul, Oeste e Grande Florianópolis o céu será mais limpo durante a manhã. Segundo a Epagri/Ciram, órgão que monitora a situação do tempo no Estado, as temperaturas nessas áreas não devem passar dos 22ºC à tarde. Já no Norte e Vale do Itajaí o dia será mais quente, com termômetros marcando entre 25ºC e 28ºC.

Nesta quinta-feira, 29, a nebulosidade aumenta em todo o Estado, mas as temperaturas ainda permanecem altas. As máximas previstas ficam entre 26ºC e 28ºC à tarde. Já na sexta-feria o ar seco dá lugar a uma frente fria e o tempo muda em SC. Há chance de chuva passageira a qualquer hora do dia, com aumento de nebulosidade principalmente no Oeste.

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Fonte: Jornal de Santa Catarina
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