Reportagens - Rádio Nova FM

Setor de Controle da Dengue mantém mais de 450 armadilhas espalhadas em Indaial no combate ao mosquito Aedes Aegypti

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O Município de Indaial tem atuado fortemente no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue. O Programa de Controle da Dengue é composto por um supervisor e oito agentes de endemias. A rotina de trabalho da equipe compreende vistorias quinzenais em 124 pontos estratégicos com grande número de depósitos, que oferecem risco de proliferação do mosquito, tais como: empresas de reciclagem, borracharias, materiais de construção, ferros-velhos, entre outros.

Além da rede de pontos estratégicos, existe uma rede de 450 armadilhas espalhadas em locais com grande circulação de veículos, que tem como objetivo capturar possíveis focos de Aedes Aegypti que venham de outros municípios.

Neste ano o município trabalhou no combate de quatro focos de Aedes Aegypti, localizados nos bairros Rio Morto (um) e Nações (três), totalizando um número aproximado de 1.000 imóveis vistoriados em um raio de 300 metros, partindo do imóvel que o foco foi encontrado.

Em três pontos foram efetuadas as vistorias e revistorias, no qual não houve incidência de larvas do mosquito; no quarto foco estão em execução as vistorias, e depois de dois meses haverá a revistoria.

Ainda no ano de 2017, até o mês de junho, o setor recebeu cerca de 30 denúncias, a exemplo de pneus e lonas com água parada e caixas de água destampadas, e cinco suspeitas de pacientes com dengue, dos quais nenhum caso foi confirmado.

O Aedes Aegypti tem como preferência os mais variados recipientes que possam acumular água parada.

Os mais comuns são pneus sem uso, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas de água descobertas, calhas, piscinas e vasos sanitários sem uso.

A fêmea do mosquito pode, também, depositar seus ovos nas paredes internas de bebedouros de animais e em ralos desativados, lajes e em plantas como as bromélias.



*PMI

IPVA: dia 10 termina o prazo para pagar parcelas de veículos com placas de final 5, 6 e 7

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Proprietários de veículos com placa final 7 que quiserem pagar o imposto em três vezes sem juros devem efetuar o pagamento da primeira parcela até a próxima segunda-feira, 10 de julho. As demais parcelas têm vencimento no dia 10 dos meses seguintes, nesse caso, agosto e setembro.

O prazo para pagamento em cota única é 31 de julho. Dia 10 deste mês também vence a segunda parcela do IPVA de veículos com placa final 6 e terceira parcela para final 5.

A SEF, responsável pelo recolhimento do imposto, lembra que os vencimentos dependem do final da placa do veículo, mas os contribuintes podem antecipar o pagamento a qualquer momento.

A guia de pagamento, taxas, multas e seguro DPVAT podem ser emitidos na internet e paga nas agências bancárias conveniadas: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Caixa Econômica Federal, Sistema Bancoob/Sicoob, HSBC, Sicredi e Cecred.

A quitação é um dos requisitos para licenciar o veículo. O não pagamento também implica em Notificação Fiscal, com multa de 50% do valor devido, mais juros SELIC ao mês ou fração.

Imposto está 4,4% menor em SC

Os proprietários de veículos emplacados em Santa Catarina irão pagar em média 4,4% menos de IPVA em 2017. A redução é atribuída a queda do valor de mercado dos automóveis, uma vez que a base para o cálculo do imposto é a tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Este é o segundo ano consecutivo que o imposto acaba ficando mais barato no Estado. Em 2016, o valor do IPVA ficou, em média, 4% menor do que no ano anterior.



*assessoria

Fábricas da Dudalina em Benedito Novo e Presidente Getúlio serão fechadas

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A varejista Restoque vai fechar as fábricas da Dudalina de Benedito Novo e Presidente Getúlio, no Vale. Funcionários foram comunicados da decisão entre segunda e terça-feira e já estão no aviso prévio. Aos sindicatos dos trabalhadores têxteis de Timbó e Rodeio, respectivas bases dos dois municípios, a empresa alegou o mesmo motivo para desativar ambas as plantas: queda no faturamento e na demanda, fruto da recessão econômica do país.

Segundo informações repassadas por representantes da empresa aos sindicatos, as unidades devem funcionar apenas até o dia 20 deste mês. Ambas produzem camisas e outros produtos da marca. Juntas, elas empregam atualmente em torno de 430 pessoas.

Ainda de acordo com os sindicatos, não há problemas com pagamentos de salários e direitos trabalhistas dos funcionários das duas unidades. Na conversa com os representantes da categoria, a Restoque teria reafirmado o compromisso de pagar as rescisões em dia.

Em abril, a companhia já havia demitido 60 pessoas em Blumenau, a maioria das áreas administrativa e financeira, segundo o sindicato laboral local. Informações de bastidores dão conta de que a Restoque, que comprou a Dudalina em 2014, planeja transferir todas as operações da empresa para o estado de Goiás.

Trabalhadores já haviam relatado da dificuldade de diálogo com os novos donos. Desde que a tradicional camisaria foi vendida, as decisões sobre a companhia são tomadas em São Paulo. Os sinais preocupam o setor.

Situação financeira

As coisas não estão fáceis para a Restoque. Em 2016, a empresa viu o prejuízo líquido das operações subir de R$ 17,2 milhões para R$ 61,6 milhões. No fim do ano passado, aprovou um plano de reestruturação, a ser implantando ao longo de 2017, que prevê o fechamento de lojas de marcas do grupo – entre elas a Dudalina.

No primeiro trimestre deste ano, o lucro líquido até reduziu (57,6% na comparação com igual período de 2016), mas continuou no vermelho, em R$ 10,2 milhões. Os dados constam em demonstrativos financeiros apresentados pela companhia ao mercado.

O blog tentou contato com a empresa, via assessoria de imprensa, para comentar a decisão de fechar as fábricas de Benedito Novo e Presidente Getúlio, mas não recebeu retorno até agora. Na ocasião das demissões em Blumenau, em abril, a Restoque também foi contatada e não se manifestou.



*Pedro Machado

Brasil se aproxima de padrão positivo de combate à tuberculose, mostra relatório


Dados mostram que 4,3 milhões de pessoas com a doença não foram diagnosticadas em 2015

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Dos 29 países que correspondem a 82% da carga global de tuberculose, ou seja, que apresentam o maior número de casos da doença proporcionalmente à população, o Brasil está mais próximo do padrão positivo de políticas para o setor. Isso significa que o país está mais de acordo com as recomendações internacionais, adotando ou tentando implementar políticas sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e mostrando avanço nas melhores práticas. O Brasil, por exemplo, usa tecnologias mais modernas para o diagnóstico da doença e inicia o tratamento nas unidades básicas de saúde, conforme sugerido pelos órgãos internacionais.

Essa é uma das conclusões da terceira edição do relatório Out of Step (Descompasso, em português), divulgada nesta quarta (5) pela organização médico-humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e a Stop TB Partnership. O documento destaca a necessidade de os governos aumentarem os esforços de combate à tuberculose que, em 2015, matou 1,8 milhão de pessoas no mundo.

O médico Felipe Carvalho, da Campanha de Acesso a Medicamentos da MSF, observou que o relatório apresenta dois fatos alarmantes. Um deles é que 40% das pessoas com a doença não estão recebendo sequer o diagnóstico:

—Essa é uma lacuna terrível, levando em conta que a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata no mundo. É muito grave.

O trabalho mostra ainda que apenas sete países (Armênia, Belarus, Brasil, Geórgia, África do Sul, Suazilândia e Zimbábue) avançaram no sentido de usar as ferramentas mais modernas e eficientes de diagnóstico disponíveis atualmente, que incluem o teste molecular rápido Xpert MTB/RIF.

Com base na diferença entre a incidência estimada de tuberculose e os casos que foram notificados, verificou-se que 4,3 milhões de pessoas com a doença não foram diagnosticadas em 2015.

Medicamentos novos

O documento chama a atenção para o fato de que apesar da existência de medicamentos novos, desenvolvidos contra a tuberculose, principalmente para as formas resistentes, que causam mais mortes, do total da população que poderia receber esses produtos no ano passado, só 5% receberam até hoje, no mundo inteiro, disse o médico da MSF. Do total de países analisados, 79% incluíram a nova droga bedaquilina nos seus protocolos nacionais e 62% incluíram o delamanid.

O problema afeta também o Brasil:

— Pouca gente está conseguindo receber no país esses medicamentos novos.

Felipe Carvalho disse que não se trata de um problema de gestão, porque são remédios caros, que estão registrados em poucos países e para os quais há pouca pesquisa e informação sobre como podem ser usados.

— Tem toda uma questão de mercado, que dificulta que mais gente possa ser incluída nos programas.

No Brasil, esses medicamentos não fazem parte ainda dos protocolos de saúde. Carvalho afirmou que o acesso a medicamentos mais avançados para tratamento da tuberculose é um dos problemas a serem enfrentados pelos países:

— É uma questão que também afeta o Brasil e deveria ser prioridade na agenda —
sugeriu o médico.

A organização MSF defende que sejam feitas pesquisas mais colaborativas entre os países, que atestem como esses medicamentos podem ser incorporados a outros, uma vez que o tratamento é feito com vários remédios simultaneamente.

— Na tuberculose, a gente usa vários medicamentos, porque a bactéria é super versátil e se adapta ao tratamento; então, tem que atacá-la com vários medicamentos de uma vez.

Sem saber como os remédios novos interagem com os outros, fica difícil fazer um novo regime para os pacientes, ponderou.

G20

Por isso, a MSF espera que na próxima reunião de lideranças do G20 (grupo que reúne as 20 principais economias industrializadas e emergentes do mundo), que ocorrerá nos dias 7 e 8 deste mês em Hamburgo, na Alemanha, que haja a percepção de que é preciso priorizar a tuberculose, o desenvolvimento de novos medicamentos, e que isso seja feito com uma abordagem também nova.

O lançamento no Brasil, no fim de junho passado, do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, em que o governo assumiu o compromisso de reduzir a incidência da doença, reforça a necessidade de uma nova postura na pesquisa, comentou Felipe Carvalho. O Brasil conseguiu baixar os índices de incidência de tuberculose e de mortalidade, mas novas metas foram estabelecidas pela OMS.

Em termos de incidência da doença, o Brasil reduziu de 37,9 casos por 100 mil habitantes, em 2007, para 33,7 casos por 100 mil habitantes, no ano passado, e a meta é cair para 10 casos por 100 mil pessoas, até 2035. Em relação à mortalidade, o compromisso assumido pelo país é chegar a menos de um óbito por 100 mil habitantes em 2035. O país reduziu o coeficiente de mortalidade de 2,6/100 mil, em 2006, para 2,3/100 mil, em 2015. O médico da MSF ressaltou, entretanto, que metas são só um estímulo:

— O ideal é alcançar e ultrapassar. A gente quer que todo mundo seja atendido e curado.

Carvalho reiterou que não basta só fazer pesquisa, mas que ela tem de ser feita de modo que os medicamentos sejam combinados desde cedo, em regimes que realmente derrotem a doença de forma rápida, sem muitos efeitos colaterais para os pacientes, com esquemas simples de usar e mais toleráveis.

— A gente espera que se tiver mais cooperação no campo da pesquisa, se os países investirem mais, possa haver um tratamento que sirva para qualquer forma de tuberculose, que combata qualquer tipo da doença.

O relatório revela que apenas 13 dos 29 países analisados, ou 45% do total, tornaram disponíveis tratamentos mais curtos para os pacientes. De acordo com o trabalho, o tratamento da tuberculose resistente que, em alguns casos, exige que o paciente tome 15 mil comprimidos em dois anos, pode reduzir esse período para nove meses, facilitando assim que essas pessoas retomem sua vida normal mais rapidamente. O Brasil está fora desse grupo de países. Mas isso ainda está em fase de avaliação, ainda incipiente, reconheceu Carvalho. Ele considera que um tratamento longo, que não cura, "é o pior cenário possível".

Abandono

Para o médico, um dos principais problemas é o paciente abandonar o tratamento. O relatório tem o objetivo de fazer com que os países usem as melhores ferramentas disponíveis para que os pacientes tenham resultados positivos. Entre os pontos negativos no combate à tuberculose no Brasil, o especialista citou que o país ainda não conseguiu incorporar uma dose fixa pediátrica, isto é, uma formulação para crianças que seja mais simples de ingerir, como um comprimido único.

O Brasil segue no protocolo nacional as recomendações da OMS, feitas em 2014, para o tratamento de crianças. A dose fixa foi lançada há pouco tempo no mundo, alguns países já adotaram, e o Ministério da Saúde brasileiro está analisando sua incorporação no protocolo, informou o médico. Atualmente, dependendo do peso da criança, o tratamento envolve mais de um medicamento.

A mesma dificuldade ocorre em relação aos medicamentos novos, relacionada à forma com que a inovação e o mercado em torno do tratamento da doença estão montados. Isso não é benéfico para os pacientes, disse Carvalho:

— O que é inovador, o que é melhor, não está chegando para quem precisa.

A MSF defende que haja uma mudança estrutural na pesquisa e nos preços, para que ocorra uma melhora no tratamento da doença no Brasil, em especial.

A expectativa da MSF é de que o tratamento da tuberculose seja tratado na reunião de presidentes e chefes de Estado do G20 como um desafio comum, uma questão coletiva, e que haja prioridade política para o combate à doença.

— Todo o arsenal que a gente tem para combater essa doença está muito limitado ainda. Se ela não virar prioridade, a situação não vai mudar. A gente espera que a reunião do G20 seja um canal para o combate à tuberculose ser colocado à mesa.

Dados fornecidos pela MSF mostram que 10,4 milhões de pessoas com tuberculose vivem em países representados no G20. O que significa 54% das pessoas vivendo com tuberculose no mundo.


Fonte: Jornal de Santa Catarina

Quarta-feira segue sol entre nuvens e previsão de chuva em algumas áreas do litoral e Vale de SC


Grande Florianópolis, Norte e Vale do Itajaí terão instabilidade ao longo do dia; Temperaturas ficam entre 19ºC e 24ºC

A quarta-feira segue com o tempo semelhante ao registrado nos últimos dias em Santa Catarina. Na Grande Florianópolis, Norte e Vale do Itajaí o dia será de instabilidade e poucas aberturas de sol. Já nas demais regiões, segundo a central de meteorologia da RBS, a quarta terá sol, tempo mais seco e poucas nuvens.

Com relação às temperaturas, depois de um amanhecer ameno, mas sem minímas negativas no Estado, os termômetros alcançam os 24ºC no Sul e Oeste. No Norte e Litoral, devido a umidade que sopra do oceano, as máximas não passam dos 22ºC à tarde. Já na Serra e áreas mais altas, as temperaturas ficam perto dos 19ºC.

Amanhã, 06, o sol vai continuar aparecendo entre nuvens em todas as regiões. No Norte, Vale e Grande Florianópolis, o ar frio irá se afastar e o dia terá maior presença de sol.

— As temperaturas continuam trazendo uma noite e um amanhecer com frio, mas as tardes ficam agradáveis e registram aquecimento, sobretudo na região Sul — disse a técnica em meteorologia da RBS, Bianca Souza.


Fonte: Jornal de Santa Catarina
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